quarta-feira, outubro 24, 2012

Espécie em perigo

Este é um alerta aos organismos que se dedicam à proteção de espécies ameaçadas. Como as ditas espécies podem ser da mais variada natureza aqui deixo o alerta: Em Portugal o emprego e o trabalho são hoje espécies de modo de integração social em vias de extinção. O predador está identificado e chama-se Governo da República Portuguesa. O seu modus operandi está a colocar em perigo de extermínio o trabalho através de ataques a dois níveis: o núcleo que permite a empregabilidade e o ataque direto ao trabalho.
Este Governo neoanarquista odeia o trabalho e quem dele precisa. Assim, promove o desemprego, incita à emigração, promove a fuga de trabalhadores altamente qualificados, reduz a importação de bens, não através da criação de indústria interna que dispense a importação, mas através da penúria dos potenciais compradores através da inibição de consumir. Utiliza assim técnicas bolcheviques de bloqueio a bens de consumo, que se pensavam em desuso.
O trabalho está em perigo de extinção em Portugal e o Governo mostra-se um predador impiedoso. É o Governo que mais emprego destruiu em Portugal em toda a sua história de 900 anos. Em Portugal o emprego está ameaçado, não pela economia mas pelo próprio Governo, que, de forma sistemática, tem eliminado todas as possibilidades de criação de emprego, criando antes condições propícias ao seu desaparecimento.
Até nas exportações este Governo tem conseguido fracassos que mascara com números que não explica. As nossas exportações têm subido sobretudo pela venda de ouro ao exterior (pelas empresas de compra de ouros às famílias, que proliferam em Portugal) e pela venda de produtos petrolíferos refinados (gasolina) e que se devem a um fator conjuntural de sobre-produção deste produto, motivado, entre outras razões, pela quebra de consumo no país.
Os trabalhadores portugueses, os que ainda conseguem ter um trabalho, são acossados por impostos diretos e indiretos, que impõem restrições ao consumo interno que enfraquecem as empresas produtoras de bens de consumo, e as vendas nas empresas de retalho.
O País está com um garrote ao pescoço e todos conhecemos o torcionário.

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