A maior inimiga da inteligência é a ignorância. A ignorância é atrevida. A ignorância em gente que tem a desdita de ter poder é um perigo para o país que tem de suportar os custos de um governante ignorante. Um governante ignorante é uma ameaça e pode causar prejuízos graves, sobretudo num país que está a braços com a necessidade de combater o desperdício e as gorduras para o fazer sair da crise e voltar a dar aos Portugueses o orgulho de viver num País independente e soberano, numa Europa de cidadãos. Ora se para além da banha da administração o Pais tem ainda de suportar a ignorância do governante (ou será antes a confiança que tem na apatia e na ignorância particular que assume existir em cada seu concidadão), a esperança perde sustentabilidade. Vem isto a propósito de termos um Ministro da propagada, um bulldozer que com a maior das calmas proclama a Noruega como pais membro da UE; nomeia três países que supostamente não têm 13.º e 14.º mês como exemplo para a sua extinção em Portugal, mas ignora (será?) que nesses mesmos três países os cidadãos têm rendimentos médios de 3 vezes superiores a Portugal; e agora, costuma ele dizer, a RTP Internacional faz mais pela língua portuguesa do que o Instituto Camões, É óbvio que Miguel Relvas não vê nem a RTP Internacional nem conhece a atividade do Instituto Camões. A ignorância é uma arma de estupidificação maciça e Relvas é uma verdadeira ogiva carregada, disparada em todas as direções. Se visse uma e conhecesse a outra não poderia dizer tal barbaridade. Um país com uma civilização sustentada em nove séculos de história não pode estar sujeito a tanta gordura, a tamanha camada de banha, a tanto sebo ministerial.
quarta-feira, novembro 16, 2011
domingo, novembro 13, 2011
Venda das instalações do BPP no Porto
Por favor expliquem-me como é que o edifício do BPP no Porto (notícia do Público impresso de hoje) é avaliado para venda em menos de 400 mil euros, menos do que um andar de luxo em Lisboa ou no Porto e tanto como um edifício de dimensões semelhantes mas a cair aos bocados numa cidade do interior do país. Quem é que faz estas avaliações? Gostava de perceber.
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