segunda-feira, outubro 07, 2013

Machete e a visita do Vice-Presidente do Brasil a Portugal

O Ministro Rui Machete vai apresentar diplomaticamente desculpas ao Brasil por o D. Pedro ter desatado aos gritos nas margens do rio Ipiranga, tendo causado dano à fauna local que desatou a fugir e nunca mais recuperou do susto. D. Pedro (que na altura ainda era português e não deveria ter interferido nos assuntos internos brasileiros, razão para novo pedido de diplomáticas desculpas) deveria ter declarado a independência num tom calmo e pausado para não assustar os jacarés. Machete vai ainda garantir ao Vice-presidente brasileiro que a WWF não apresentou queixa ao ministério público e a Quercus nem se vai pronunciar sobre o assunto.

domingo, outubro 06, 2013

Necessidades

Será que Rui Machete pensou que ir para as Necessidades era para fazer necessidades?

Machetada da grossa

O senhor é um embaraço, é uma vergonha nacional, produz declarações que humilham o País, (e não é relevante que Angola venha ao caso. Neste caso, nem que fosse Tuvalu ou as Ilhas Marianas) é um indivíduo com esquecimentos involuntários sucessivos, tem dificuldades em perceber o preço de compra e venda de ações e de que instituição são a ações que comprou e vendeu, diz barbaridades que nem Relvas depois de umas valentes caipirinhas no bar do Copacabana Palace (aliás com um excelente bar e umas caipirinhas formidáveis). É ainda mais esquecido que o ex-masoquista (é preciso dizer que os ex têm uma forte tendência para o radicalismo: os ex-fumadores odeiam os ainda fumadores, os ex alcoólicos desprezam os que conseguem beber sem se descontrolar, os ex jogadores perseguem até um jovem jogador de berlindes, um ex-viciado em sexo, persegue até os que praticam esta atividade apenas duas vezes por ano). Enfim, Machete deve ter-se esquecido que era Ministro dos Negócios Estrangeiros e desata a vozear para a comunicação social de Angola as suas desculpas "diplomáticas" de um País que não lhe pediu que o fizesse a um país que não lhe pediu que o fizesse. Eu só gostava era que ele se lembrasse de ir plantar rosas para o seu quintal e deixasse de enxovalhar Portugal e os Portugueses. Alguém que leve o senhor a casa e contrate uma enfermeira que lhe dê a medicação a horas.

segunda-feira, setembro 23, 2013

Machetada

Rui Machete está a revelar-se um verdadeiro embaraço, uma espécie "deixa ver se ninguém repara" da política nacional e do governo. Na receção ao corpo diplomático resolve dar uma de paroloda da cedofeita e discursa em inglês quando, nos dias de hoje, grande parte dos chefes de missão estrangeiros fala português. Mas não, ele gosta, parolamente, de mostrar que sabe falar inglês. Este homem é um equívoco atrás de equívoco. É com as ações da SLN, com o preço da venda das ações, com a "omissão" no CV oficial, nas respostas que deu à AR, no que diz sobre o que a UE vai defender sobre a Síria e depois a UE diz exatamente o contrário... meia hora depois. Enfim é um embaraço atrás de embaraço. É a coisa mais parecida com um cavaco. O que vai pelo MNE é quase tão mau como o que vai pelo MEC e Crato demorou mais tempo a desembocar na enchorrada de asneiras que tem feito. Machete, neste aspeto é um recordista. Consegue bater Crato na velocidade para produzir asneiras de forma imbatível.

sábado, setembro 21, 2013

A "coltura" enfiou um Barreto

O Museu dos coches não é prioritário diz o bom do Xavier. A reabertura daquele que foi o museu mais visitado de Portugal não é prioritário. Prioritário para o bom do Xavier é ir ao Brasil uma semana procurar um sítio para um Centro Cultural (que já existe) que não é da sua competência, não é da sua tutela, não é da sua conta. O bom do Xavier, talvez quisesse ser presidente do Camões, trabalhar no Ministério dos Negócios Estrangeiros, e por isso faz de conta, porque é um secretário de estado faz de conta. Vai ao Canal Q dizer futilidades de café e defender o seu posto de trabalho, lamber a pata de coelho para ter sorte. Talvez para que ninguém se lembre da forma como trepou no defunto Ministério da Cultura. De facto, a cultura em Portugal tem a tutela ao nível cultural do Governo. Já assim tinha sido com o autor de policiais e agora é apenas continuar a enfiar o barreto do Xavier, não o do Santo, que jaz na Basílica do Bom Jesus, que barretos há muitos...!

sábado, março 30, 2013

A lei de Massamá

Se alguém roubar uma laranja tem a legitimidade de reclamar a alteração da lei para que o seu ato seja legítimado? se alguém roubar um banco, ou uma casa, tem o direito de exigir do juiz, ou do tribunal que o vai julgar, que compreenda o contexto ignorando a Lei? que seja responsável e que arque com as consequências da sua decisão? Tenho eu o direito de exigir a um juiz que ignore a Lei, que a relativise que avalise as minhas decisões porque eu atuei contra milhões de concidadãos, privando-os de bens, do direito à saúde, ao bem-estar, ao trabalho e à felicidade porque eu acho que a Lei não se me deve aplicar porque eu sou incapaz e incompetente para encontrar soluções para os problemas que enfrento, sem violar a Lei?
O Artigo 21 da Constituição serve para nos proteger dos que acham que o cidadão não existe, que o povo é apenas um intocável, o último elo na casta. Os servos da gleba já não existem, os senhores feudais morreram no seu tempo, um cidadão não pode abdicar da sua cidadania porque um fraco foi eleito.
Quando se elege o nosso companheiro de café, para nos comandar os destinos, dá nisto. Passos Coelho é um nosso igual, um indivíduo que olha para a parede e vê a parede, mas que não é capaz de ver o que está para além dela. As eleições servem para eleger os melhores de nós e não os que são iguais a nós. Hoje temos um governo de gente que não se distingue de nós, que não vê mais longe que nós, que não almeja mais do que nós. Temos um governo de café, de gente que acha que ser político é mau, quando ser político é ser humano.
A política é o que nos distingue dos resto dos animais, não ser político é como ser qualquer dos outros animais, reptéis, mamíferos, não interessa, porque ser político é ser humano, e não o ser coloca-nos tão perto do chimpazé como da amiba.
O discurso, o nível do discurso, o léxico destes governantes de hoje está no grau zero da inteligência. Eu não quero um tipo igual a mim a governar-me, quero um melhor que eu. Se eu tiver um tipo igual a mim a governar-me, prefiro ser eu a governar-me. Para me governar preciso de alguém melhor do que eu. Nenhum dos governantes deste país, neste momento, é melhor do eu, é pior. E pensar que eu fazia melhor do que os que estão agora a governar-me, retira-lhes toda a legitimidade para o fazer.